Leandro
Som contagiante, ao vivo, que faz dançar. Esta é a proposta da banda Milho Verde, que surgiu em Santa Maria, em maio, e tem alegrado tardes e noites em todos os cantos da cidade. A próxima apresentação vai ocorrer neste domingo, dia 17, no Ponto Bar.A banda conta com integrantes já consolidados na cena artística da região: Erick Corrêa (gaita, voz), Juliet Castaldello (triângulo), Ricardo Borges (violão, guitarra, voz) e Yuri ML (baixo) formam o grupo que promete levar uma musicalidade diferente para os bares e eventos especiais de Santa Maria.
Foto: Nathália Schneider
Foto: Nathália Schneider
A idealização do xote
Ricardo Borges é um dos idealizadores da banda e conta que a vontade de tocar forró surgiu ao ouvir Falamansa em casa, durante o isolamento pandêmico, antes mesmo de ser possível voltar ao convívio social.– A ideia surgiu a partir de mim e do Venancio da Luz que também é outro músico daqui da cidade. Na época, a gente dividia a casa durante a pandemia e teve essa ideia, o tempo foi passando e a gente só realmente teve a intenção de montar e tornar o projeto real depois da pandemia – conta o violonista.Depois da idealização, era necessário buscar pessoas para integrar o grupo, principalmente que tocassem instrumentos percussivos. Segundo Borges, bateria, triângulo, sanfona, violão e baixo eram instrumentos essenciais para levar a proposta de um forró animado adiante. Assim, eles combinaram esses elementos com a voz de Juliet Castaldello, do Teatro Por Que Não?, que é uma das vocalistas.Segundo Yuri, a ideia principal é tocar onde as pessoas quiserem dançar, principalmente depois de dois anos sem poder levar música para fora de casa. O som ao vivo também é uma forma de abrir outras possibilidades além da discotecagem que ainda prevalece nas noites de Santa Maria.
Leia também
Espetáculo Tangaço retorna ao Theatro Treze de Maio nesta quintaDia do Rock: confira uma HQ que conta a história do rock no mundo e em Santa MariaDia do Rock: Elvis nos cinemas, tributo ao Rei do Rock e novidades na cena do rock gaúcho em Santa Maria
Foto: Nathália Schneider
Foto: Nathália Schneider
O tempero musical do Milho Verde
Com os instrumentos decididos e a banda formada, o grupo montou o repertório que dá um sabor especial para as noites de Santa Maria:– A nossa ideia é que as pessoas dancem bastante. Então, a gente colocou bastante forrózinho, xote e baião. Tem Falamansa, tem Gilberto Gil, bastante música brasileira, um pouquinho de reggae também, brega pop. Não pode faltar música para dançar porque o bailinho é bom! – explica Juliet.A banda já possui uma agenda de shows para o mês de julho, mas pretende ir além do período das festas julinas. A música do Milho Verde não é sazonal, é para contagiar e animar o ano inteiro. Inclusive, o nome escolhido comunica bem a ideia de retomar as raízes brasileiras e resgatar lembranças afetivas:— Não tem quem não goste de milho verde. É só coisa boa, é nome latino, brasileiro, lembra praia, lembra festa junina… – comenta Yuri.Além da apresentação desta semana, o grupo ainda vai tocar na festa Sambarilove que vai ocorrer no dia 23 de julho com atrações como Ultramen e Evelíny Pedroso.
Foto: Nathália Schneider
Agende-se para o baile do Milho Verde
Show no Ponto Bar
Quando – 17 de julhoOnde – Rua Ângelo Uglione, 1567, CentroIngressos – R$15 antecipado e R$18 na hora
Show na Sambarilove
Quando – 23 de julhoOnde – Floratta, Espaço de Eventos. Rua Casemiro de Abreu, 59 – Nossa Sra. do Perpetuo SocorroIngressos – R$50 (segundo lote)
Leia todas as notícias